A novidade de 6ª feira foi ver uma das universidades mais importantes do país ser fechada. O 1º Festival da Cultura Canábica tinha cerca de 6400 confirmados via Facebook e, o temor que parte desse público fosse para o campus em Perdizes, fez com que o reitor fechasse as portas da Universidade por um dia. Mais uma vez foi uma minoria atrapalhando uma maioria.
Os ativistas defensores da liberalização ou descriminalização da maconha parecem não entender os processos legais. Enquanto não houver mudança na lei, seu comércio e apologia são proibidos. Por outro lado, aqueles que querem parecer libertários ou moderninhos saíram criticando a decisão muito sensata do reitor. Em tempos de defesa à liberdade de pensamento há muita gente que pensa que tudo é permitido. Nessa lógica torta você pode fechar a Avenida Paulista para defender o consumo da maconha. Não vou me estender, mas sem exagero algum, acho que uma via tão importante (9 hospitais!) deve ser liberada com o uso de qualquer força se necessário. PM, borrachada e gás lacrimogênio é a minha receita pra vagabundo que se excede.
Com medo de parecer conservador, careta ou censurador, há um estranho silêncio ao desrespeito às leis quando falamos de apologia à maconha. Sou a favor da liberação, mas dentro das leis. Nada mais, mas também nem nada menos.
Por fim, com todos os meus preconceitos aos quais me concedo e que nos fazem mais humanos, não consigo tirar da minha cabeça qual o tipo de sujeito que estuda em uma universidade particular cara, quer ser moderninho e fica fazendo apologia de droga paga pelo papai. Não consigo respeitar moderninho paitrocinado.

2 comentários:
Mais uma matéria interessante!!! Esse blog será indicado por mim aos meu alunos!!!
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