Imagine você leitor uma manchete nos seguintes termos: “Casa Noturna X na Vila Olímpia (SP) após 10 anos aceita a entrada de NEGROS.” Acha um absurdo? Eu acho o cúmulo, o fim. Foi com um misto de incredulidade e espanto que li uma matéria do UOL neste final de semana: Bloco Ilê Aiyê passa a aceitar brancos no Carnaval de Salvador e gera polêmica.Os militantes do movimento negro brasileiro são estranhos, eles não se contentam com o fim do racismo, eles querem vingança, eles querem que, por graves erros do passado, haja compensações, um racismo invertido onde eles obviamente serão os grandes beneficiados. Não basta que a cor da pela não seja pra ninguém um peso, para o movimento negro a cor negra tem que ser, sim, um beneficiador, um facilitador. Eles querem ganhar por serem negros E militantes. Se você não tem rancor, não serve aos propósitos, você tem que bater no peito e dizer que é perseguido, vítima, um coitado, um prejudicado, tem que falar que por ancestrais distantes terem apanhado nas plantações de cana VOCÊ tem que receber a indenização. Em dinheiro, óbvio. Você tem que ser acima de tudo um militante.
Atribuir aos da sua cor direitos exclusivos é racismo. A desigualdade pra essa gente é instrumento de justiça, vingança. Eles querem dizer que sentem orgulho de serem negros, mas ai de você branco que ousar dizer que tem orgulho de ser branco...



















